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Medicina Integrativa

Aqui a qualidade de vida é o mais importante

O que é Medicina Integrativa?

Não se sabe a origem desse método alternativo de terapia ao certo, havendo registros de sua utilização entre os egípcios e chineses, sendo uma abordagem de cuidado à saúde que une tratamentos convencionais e práticas complementares baseadas em evidências científicas. Ela considera o paciente como um todo, integrando aspectos físicos, emocionais, mentais e espirituais, sempre priorizando a personalização do cuidado.

Com foco na promoção da saúde, prevenção de doenças e alívio de sintomas, a Medicina Integrativa utiliza diversas terapias para oferecer uma experiência de tratamento mais completa e eficaz. Esse modelo de cuidado vai além do tratamento de sintomas: ele busca identificar e abordar as causas subjacentes das doenças, promovendo o equilíbrio e a harmonia do organismo. O objetivo é tratar o paciente de forma holística, considerando corpo, mente e espírito como partes interconectadas e fundamentais para a saúde e o bem-estar. É uma escolha que valoriza o equilíbrio e o bem-estar em todas as dimensões da vida. 

Entre as terapias utilizadas estão a acupuntura, meditação, fitoterapia, massagens terapêuticas, yoga, nutrição funcional, e muitas outras técnicas que, juntas, oferecem uma abordagem personalizada para cada indivíduo. A Medicina Integrativa, portanto, valoriza a parceria entre paciente e profissional de saúde, estimulando escolhas saudáveis e a participação ativa no processo de cuidado. Ideal para quem busca não apenas tratar, mas prevenir doenças e viver de forma mais plena e saudável.

Auriculoterapia

A auriculoterapia é uma especialidade da acupuntura e consiste em utilizar pontos específicos nas orelhas para o tratamento de diversas condições clínicas, como dores, as provenientes de distúrbios emocionais, distúrbios digestivos, vícios, enxaquecas etc. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), é uma terapia de microssistema, pouco invasiva, que atua no âmbito físico, mental e emocional.

O meio terapêutico da auriculoterapia, como o próprio nome já prediz, é a orelha. Esta representa o feto de cabeça pra baixo, e pontos específicos desse feto (orelha) representam partes anatômicas do corpo. É por meio da estimulação desses pontos que se dá o tratamento de diversas condições clínicas e patológicas do paciente.

O estímulo de pontos específicos na orelha ocorre por meio do uso de agulhas, sementes, cristais, laser, moxa e infravermelho, por exemplo. O estímulo de nervos espinhais do plexo cervical e alguns ramos dos nervos vago e simpático, presentes no pavilhão auricular, é o princípio da auriculoterapia, cujos efeitos modularão o sistema nervoso central.

Não se sabe a origem desse método alternativo de terapia ao certo, havendo registros de sua utilização entre os egípcios e chineses - faz parte da medicina tradicional chinesa. Hipócrates, o pai da medicina, tem textos publicados sobre o método datados do século IV A.C. Já mais recentemente, no século XX, o médico francês Paul Nogier, também publicou sobre o tema, tendo se dedicado por mais de 20 anos ao estudo da auriculoterapia.

De acordo com a Agência Nacional de Acreditação e Avaliação em Saúde, órgão francês que equivale ao Ministério da Saúde brasileiro, as principais indicações da terapia são:

  • Dores agudas e crônicas;

  • Enxaqueca;

  • Insônia;

  • Transtornos emocionais, como ansiedade e depressão;

  • Vícios, incluindo tabagismo;

  • Distúrbios funcionais digestivos;

  • Compulsão alimentar;

  • Retenção de líquido;

  • Patologias funcionais urogenitais;

  • Alergias, especialmente as respiratórias;

  • Problemas motores.

Uma das grandes vantagens desse método alternativo terapêutico é que qualquer pessoa, independente da idade, pode se beneficiar do tratamento por auriculoterapia. A aplicação é fácil, os efeitos colaterais são raros, além do método ser indolor e de ampla indicação.

Ventosaterapia

A metodologia possui vários empregos, entre eles:

  • Desintoxicação do organismo;

  • Redução da inflamação;

  • Melhoria da circulação sanguínea;

  • Relaxamento muscular;

  • Tratamento de dores musculares, abdominais, cefaleia;

  • Tratamento da hipertensão;

  • Tratamento de problemas digestivos.

É contraindicada para pessoas:

  • Pele sensível, feridas abertas ou queimaduras;

  • Presença de fratura no local a ser tratado;

  • Tendência a formar hematomas ou sangramento excessivo;

  • Histórico de trombose ou embolia;

  • Gravidez, especialmente no abdômen e na região lombar;

  • Distúrbios hemorrágicos ou doenças sanguíneas;

  • Infecções agudas, febre ou condições graves, como câncer ou insuficiência cardíaca.

Entre os riscos podem ocorrer hematomas, queimaduras, infecções, tonturas ou desmaios e reações alérgicas.

No Brasil, a ventosaterapia é considerada como procedimento terapêutico, e geralmente é aplicada juntamente com outras abordagens de tratamento. O método é regulamentado por conselhos de classe, e pode ser aplicada por diversos profissionais de saúde devidamente qualificados e licenciados.

Apresenta inúmeras vantagens, entre elas:

  • Alívio da dor muscular, principalmente ombros e costas;

  • Aumento da circulação sanguínea local;

  • Eliminação de contraturas musculares e pontos gatilho;

  • Fortalece os vasos sanguíneos;

  • Aumentar a produção de líquido sinovial dentro das articulações;

  • Relaxar e acalmar o corpo e a mente;

  • Diminuição da retenção de líquidos, principalmente braços, pernas e pés;

  • Alívio da dor nas articulações, como no caso de artrite reumatoide, síndrome do túnel do carpo e dor no joelho, por exemplo.

Sendo assim, a ventosaterapia é um recurso terapêutico oportuno e de aplicações para fins diversos, o que ressalta sua importância nos planos de tratamento para inúmeras condições clínicas. Em muitas oportunidades é útil para diminuir ou mesmo retirar o uso de medicamentos que venham a causas efeitos colaterais danosos ao paciente e oferecer melhor qualidade de vida aos beneficiários da técnica.

A ventosaterapia é um método antigo da medicina tradicional chinesa, tendo surgido há pelo menos há 2 mil anos. A técnica envolve o uso de copos de vidro, plástico, bambu ou ainda cerâmica para criar vácuo na pele e, assim, aumentar o fluxo sanguíneo para uma determinada área do corpo, produzindo hiperemia local ou homeostase. A técnica ganhou destaque nos últimos anos, sendo evidenciada em 2016 pelo nadador multicampeão Michael Phelps, quando o atleta foi visto com marcas redondas devido a sessões de ventosaterapia enquanto competia nas olimpíadas do Rio de Janeiro.

A colocação dos copos ocorrem em pontos específicos de acupuntura. Então, é criado vácuo no interior desses copos por sucção e criação de uma pressão negativa, o que pode afrouxar músculos, estimular o fluxo sanguíneo e sedar o sistema nervoso. O método também resulta em uma maior oxigenação dos tecidos e a liberação de toxinas do sangue e do músculo com maior facilidade.

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